28 de abr. de 2010

Mobilidade não é ter fácil acesso a internet, mobilidade é ter a internet no bolso.

MID é a sigla de Mobile Internet Device, diferentemente de um smartphone o MID não é um celular, é um aparelho que tem como principal função acessar a internet, mas ele também não é um PDA já que o mesmo era um computador de baixo processamento que utiliza mini aplicativos de escritório, MID é um bom exemplo de como a Internet esta mudando a forma como acessamos a informação.

Desde que o Google entrou no mercado a WEB mudou bastante. Com uma cultura baseada nas ciências de computação e informação, suas idéias foram concebidas a partir de questões técnicas que seriam adaptadas ao mercado, essa atitude, por simplificar a usabilidade, influenciou milhões de programadores e usuários do mundo todo que concordaram com a idéia: a Internet deve ser simples e a informação organizada.

Antes os gigantes da internet acreditavam que suas empresas eram como os antigos meios de comunicação, ou seja, se preocupavam apenas com a geração de conteúdo, para eles todos os problemas se resolveriam com o aumento da banda e a massificação de computadores domésticos, essa visão não é tão absurda, já que, o radio, a televisão e ate o jornal cresceram com a ampliação dos seus pontos de distribuição (respectivamente antenas, antenas e parques de impressão), a bolha da internet provou que só enviar informação já não era o bastante para se gerar receita.

Com o fim do frenesi sobre o mercado pontocom, e assim um ceticismos maior dos investidores, ressurgiu a cultura do acesso simplificado a informação. Reduzindo a necessidade de banda e de processamento no terminal, o que não é apenas uma forma de agilizar o processo, mas também de ampliar a mobilidade. Terminais com baixo processamento gastam menos energia, o que nos faz chegar a uma grande questão, a evolução das baterias.

Para que a mobilidade virasse uma realidade a primeira coisa a ser resolvida era: aumentar a autonomia dos aparelhos moveis, de nada adianta ter um aparelho de bolso que precisa ser recarregado a cada hora, o celular demonstra bem o aumento da autonomia das células de energia e o impacto delas na sociedade.

Com a popularização dos celulares as pessoas começaram a se acostumar com o fácil acesso a informação, principalmente aqueles que já buscavam novidades através dos seus Desktops, o celular é tão importante para essa indústria que hoje as maiores empresas do ramo de informação e computação tem sistemas operacionais ou aparelhos para esse mercado.

Por isso aqui no núcleo iremos analisar as OS moveis e suas possibilidades.

27 de abr. de 2010

História da Intenet

Antes de você vir parar neste blog, você provavelmente já leu seus emails, entrou em alguma rede social, ouviu alguma música, fez algum trabalho ou já olhou seu estrato bancário.Todas essas ações possuem em comum um canal sem o qual ficaria díficil imaginar nossa vida moderna: a Internet.

Antes de se tornar um emaranhado de serviços, soluções e entretenimento a Internet teve um objetivo muito distinto.Ela nasceu da necessidade de proteger( e até mesmo esconder) informações militares americanas. Na época da Guerra Fria, o Departamento de Defesa Americano pretendia fazer uma rede de comunicação entre computadores em pontos estratégicos, o principal objetivo era descentralizar as informações mais importantes de uma forma que não pudessem ser destruídas pelos bombardeios, caso estivessem no mesmo local.Com isso teve o surgimento da ARPANET uma rede de subdivisões do Departamento ARPA(Advanced Research Projects Agency).

o acesso a ARPANET era totalmente restrito a militares e pesquisadores e demorou muito para chegar ao público em geral, pois havia um temor com o mal uso da tecnologia por países não-aliados e civis.Mesmo assim, nos anos 70 diversos computadores foram adicionados à rede. Ao redor deles as funcionalidades básicas como troca de mensagens e fóruns de discussão foram surgindo, em meio a um enorme desafio: estabelecer uma linguagem(protocolo) comum a todos os computadores, pois cada fabricante entendia o conceito da rede de uma forma distinta, o que dificultava e muito a velocidade de transmissão de dados.

Em 1971, o Network Working Group(NWG)finalizou o primeiro protocolo servidor da ARPANET, o Network Control Protocol(NCP). De 1971 a 1972, os usuários da rede puderam finalmente começar a desenvolver suas aplicações.Em 1972 foi criado o e-mail, considerada a primeira grande invenção deste meio. Utilizado primeiramente para organizar o trabalho das equipes que trabalhavam como pesquisadores da ARPANET, em julho do mesmo ano esses pesquisadores desenvolveram um aplicativo básico, já com as funções que existe no email de hoje como: listar, ler seletivamente, arquivar, encaminhar e responder as mensagens.A partir desses e outros avanços, e da constatação que diversos centros de pesquisas mundiais pensavam no conceito de rede de computadores, começa a emergir a idéia da criação de uma rede internacional(International Network) e de uma conexão de redes regionais e nacionais(Interconnected Networks) nos USA que não se comunicavam entre si. Estas expressões apadrinharam a denominação Internet.

Mas o que realmente marca o nascimento da Internet, tal como conhecemos, foi a criação de protocolos.Graças a dois pesquisadores chamados Vinton Cerf e Robert Kahn que realizaram uma demonstração do protocolo TCP/IP em 1977 utilizando três redes ARPANET-RPNET-STATNET, através desse TCP/IP redes diferentes puderam se comunicar.Após esse primeiro passo a expansão da utilização da Internet deveu-se a invenção sucessiva de diversas tecnologias e linguagens. Se destacaram, três delas: a criação da www- World Wide Web- criada por dois engenheiros do CERN, do HTL-HyperText Markup Language- e dos Browsers(transmissão de textos e imagens).

Somente nos anos 90 que a internet realmente explodiu e virou uma mania mundial. Existe uma estimativa de que nesta época seu crescimento era de mais de 100% ao ano, com um crescimento mais explosivo entre 1996 e 1997.O que antes era apenas um ambiente para pesquisas acadêmicas abriu-se num ambiente propício a diversos modelos de negócio como: a educação, comércio, propaganda e muitos outros. Em 1998, Larry Page e Sergey Brin, dois estudantes de Stanford, criaram o Google.


A BOLHA


No final da década de 90, com a corrida de várias empresas para tomar seu lugar na internet, vieram também os investidores de risco. Dispostos a converter milhões de dólares em projetos de futuro duvidoso acabaram por gerar o fênomeno chamado “ bolha da internet”. Ou seja, uma supervalorização de preços, salários e estimativas de lucros que se mostraram irreais. Com efeito a bolha estoura em 2000 resultando em diversos modelos de negócios abandonamos e uma necessidade de reorganização dessa indústria instaura-se.Nos anos 2000 se inicia a recuperação dessa bolha, sem que o seu crescimento, no que diz-se respeito a possibilidades, ferramentas e seus aplicativos tenha sido reduzido.

Em 2001, obteve-se o recorde em cobertura através de grandes portais e pequenos blogs devido ao atentado às Torres Gêmeas, sendo até o presente momento o recorde de audiência na internet.Em 2003, o Mozzila desenvolve o browser gratuito Firefox e a Apple lança o iTunes, loja virtual de música.


Atualmente, a internet apresenta de uma maneira geral, os seguintes serviços:


-Correio eletrônico: uma das mais antigas aplicações, até mesmo anterior a internet;

-WWW: a camada mais visível das aplicações da internet. São as páginas que navegamos todos os dias( das quais podemos acessar o banco, participar de redes sociais, fazer o supermercado e etc);

-Acesso remeto: através da internet e de programas específicos que realizam a criptografia de dados, podemos nos conectar a outros computadores em qualquer parte do mundo.

-Colaboração: a facilidade de troca de experiências e conhecimento que a Internet proporciona, fez nasceu diversos projetos em que pessoas nos quatros cantos do mundo geram aplicativos e soluções em tempo menor do que em formais mais tradicionais.Alguns exemplos são: Wikipédia, o Linux, o Mozilla Firefox,entre outros.A essas e outras aplicações, alguns profissionais de marketing chamam de Web 2.0;

-Compartilhamento de arquivos:músicas, fotos, vídeos e textos;

-Transmissão de media: de grandes conglomerados de comunicação ao estudante aplicado no interior, todos podem usar a internet como plataforma de difusão de programa;

-Telefonia na Internet( Voz sobre iP): VoIP significa “Voice-over-Internet Protocol”(voz sobre o Protocolo de Internet).Através desse serviço conseguimos fazer ligações telefônicas gratuitas para todo mundo utlizando programas específicos nos dois lados da ligação; ou comprando créditos em operadoras como numa espécie de telefone pré-pago.Hoje esse sistema já permite ligações fixo-computador e celular-computador e vice-versa; com qualidade igual ou superior aos métodos tradicionais.


Fontes


http://www.artigonal.com/tec-de-informacao-artigos/a-historia-da-internet-737117.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/História_da_Internet

http://www.brasilescola.com/informatica/internet.htm

http://www.aisa.com.br/historia.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19223.shtml

22 de abr. de 2010

Kindle X Ipad: Qual é o melhor?

Ao analisarmos o e-reader Kindle da americana Amazon com o lançamento da Apple – Ipad – percebe-se que tais produtos não são passíveis de comparação, uma vez que se tratam de produtos com propostas completamente diferentes. Enquanto o Kindle foi construído para ser um e-reader, o Ipad foi construído para ser um substituto aos netbooks, podendo desempenhar diversas funções.
O Kindle é feito basicamente para desempenhar uma função: leitura. O leitor pode usufruir de um grande acervo disponibilizado pela Amazon, bem como pode adquirir livros e revistas (o jornal Zero Hora já possui uma versão para o Kindle). O dispositivo possui 3G integrado, o que possibilita ao usuário a compra de livros direto da Amazon e acesso grátis à Wikipedia. O grande diferencial do Kindle é o uso de e-ink, que oferece uma melhor qualidade na leitura de livros, diferentemente do visor de LED do Ipad, que eventualmente acaba cansando o usuário. A memória do aparelho é de 2GB o que, segundo a fabricante, é suficiente para armazenar o equivalente a 1.500 livros.
Já o Ipad desempenha um número maior de funções que o Kindle. Nele, o usuário pode, além de ler livros, acessar a internet e usar diversos aplicativos. Ele possui conexão wifi ou 3G e sua memória pode variar entre 16, 32 ou 64 Gb. Diferentemente do Kindle, a sua tela é de LED, o que pode acabar por cansar a vista de quem o utiliza por muito tempo. Os aplicativos podem ser adquiridos diretamente da app store, da mesma maneira que os aplicativos para Iphone e Ipod. Um dos maiores problemas encontrado neste dispositivo é a falta de multifunção, fazendo com que os aplicativos funcionem isoladamente, o que pode prejudicar quem deseja, por exemplo, utilizar o navegador e um programa de mensagens instantâneas ao mesmo tempo.
Mas o que se deve levar em consideração na hora de escolher um dos gadgets é a função que se busca, uma vez que os aparelhos possuem propostas diferentes. Enquanto o Kindle se propõe a ser um e-reader, o Ipad busca ser um substituto aos tradicionais netbooks. Mas, se comparado aos netbooks, o Ipad sai perdendo em conectividade, uma vez que não possui entradas USB, câmera embutida ou desempenha mais de uma função ao mesmo tempo, ficando o usuário obrigado a comprar adaptadores se desejar utilizar algum destes recursos.














Fontes:
http://veja.abril.com.br/070410/mais-um-golaco-jobs-p-088.shtml
http://ireaderreview.com/2010/01/27/kindle-vs-ipad-review/
www.tuaw.com/2010/01/28/ipad-vs-kindle-which-way-to-go/
http://blogipad.com.br/?p=331
http://info.abril.com.br/noticias/mercado/ipad-ainda-nao-abala-dominio-do-kindle-28012010-22.shl?2
www.pcworld.com/article/188074/apples_ipad_vs_kindle_eee_pc_psp_go.html